22 de jan de 2013

Paulistanos fogem para o interior

Reportagem do Diário de São Paulo (acessada através site www.terra.com.br) trata do êxodo de parte dos moradores das grandes cidades para cidades menores e, teoricamente, mais segura. Fala mais especificamente dos paulistanos que fogem para o interior do estado, e elege as cidades preferidas como seus novos destinos.

Interior é 'porto seguro' de paulistano

Para fugir da violência, moradores da capital elegeram cidades localizadas em um raio de até 100 km
Diário de S. Paulo

Os paulistanos não pensariam duas vezes em abandonar a capital para fugir da violência. Segundo pesquisa feita pela ONG Nossa São Paulo, 56% dos moradores da cidade, pelo segundo ano consecutivo, manifestaram vontade de sair da capital por causa da sensação de insegurança.


O interior do estado foi escolhido como o porto seguro por 88,3% dos entrevistados de um outro levantamento, feito pela empresa Hays, especializada em recrutamento de executivos. Para 73,7% deles, a região de Campinas é o melhor lugar para se viver. “Entre os motivos dessa preferência estão a proximidade com a capital e a busca por melhor qualidade de vida”, diz Rodrigo Soares, um dos responsáveis pelo estudo.

Esse movimento dos paulistanos não é novo, segundo Luiz Paulo Pompeia, diretor da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). “Em um primeiro momento a fuga ocorreu para as cidades da região metropolitana, como Cotia, Barueri, Osasco, Santana do Parnaíba, Guarulhos, onde as pessoas se fecharam em condomínios. Porém, por causa do trânsito gerado nos acessos à capital devido ao grande volume de veículos, elas passaram a procurar locais mais distantes, como Vinhedo, Jundiaí, Valinhos, Itu, Sorocaba”, diz.

A busca por segurança é apontada por Flávio Amarys, vice-presidente do interior do Secovi (Sindicato da Habitação), um dos principais motivos da migração dos paulistanos para um raio de 100 quilômetros da capital. Ele acredita que o crescimento do número de pessoas que deixam a cidade de São Paulo vem ganhando força com a descentralização das indústrias e universidades, o avanço da tecnologia, que encurtou distâncias, e a melhoria das estradas.

Pompeia aponta ainda o baixo custo de vida e a ausência de trânsito como outros fatores que influenciam na fuga dos paulistanos. “Com o valor de casa geminada na Vila Mariana, por exemplo, compro no interior um terreno de 500 metros, faço uma bela casa com piscina e ainda sobra dinheiro para os móveis e o carro”, compara.
 
 
Nota do blog: A reportagem falha em dois pontos:
 
1- Aborda o índice de violência dessas cidades mas não os compara com o da capital e região metropolitana
 
2- Se contradiz ao eleger a região de Campinas como o destino mais citado nas pesquisas, mas aponta Ribeirão Preto, cidade situada a mais de 300 km da capital, como líder das pesquisas. Ficou confuso.

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21 de ago de 2012

Aluguel de Bicicletas em SJC


Aluguel de Bicicletas será testado no mês de Setembro (link original)



Paulo Lopes
Fonte: O Vale

A Prefeitura de São José dos Campos vai testar a partir da segunda quinzena de setembro um sistema de aluguel de bicicletas no centro da cidade. O projeto-piloto será implantado em três pontos: na Praça João Mendes, na Praça Cônego Lima e no Largo da Igreja de São Benedito.

Inicialmente, 30 bicicletas serão disponibilizadas de graça nesses locais de graça para deslocamentos. Após realizar um cadastro, o usuário utilizará o cartão do ônibus para pegar uma delas. O projeto faz parte do Plano Estratégico Centro Vivo, que busca revitalizar a região central de São José.

“É preciso estimular o uso de bicicleta no centro. É um meio de transporte saudável e sustentável”, disse Cynthia Gonçalo, diretora geral do Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), gerenciadora do Centro Vivo. A empresa que fará o serviço não foi divulgada, mas segundo o Ipplan ela não cobrará nada pelos serviço nos próximos seis meses.

As três estações funcionarão durante 180 dias em fase de teste. Após esse período, será aberta uma licitação para a escolha de uma empresa e novas estações serão criadas. O especialista em trânsito Ronaldo Garcia diz que a iniciativa é válida, mas pode encontrar obstáculos.

Segundo ele, o centro é o lugar onde as pessoas fazem compras, “e não fica fácil comprar usando bicicleta”. Garcia também cobra melhorias na infraestrutura do centro para receber ciclistas. “Para fazer os deslocamentos é complicado, não tem ciclovias nem ciclofaixas. Bicicletas e carros terão que conciliar os mesmos espaços, o que não é recomendado.”

Para ele, a saída seria tirar uma das faixas de estacionamento das ruas e trabalhar a conscientização dos motoristas. “É um trabalho em conjunto”, afirmou. A educadora ambiental Federica Giovanna Fochesato, 36 anos, é uma assídua usuária da bicicleta e quase todos os dias vai ao centro.

Para ela, o centro não é muito perigoso para o ciclista, pois os carros estão quase sempre parados. Mas ela cobra mudança no trânsito. “É preciso tirar os estacionamentos das ruas para dar lugar ao ciclista. A política de incentivo à bicicleta precisa vir junto com a restrição ao uso do carro”, afirmou.

Já para o mecânico de bicicletas Alexandre Coelho dos Santos, andar no centro é uma aventura. “Ninguém respeita. Os taxistas e motoristas de ônibus te veem como um adversário. As vezes é preciso subir na guia para não bater no carro.”

Tanto Federica quanto Alexandre cobram conscienti-zação dos motoristas. Segundo o Ipplan, as principais vias do centro vão receber uma sinalização de ciclo-rota para conscientização do motorista e a velocidade máxima permitida para os automóveis trafegarem será reduzida para que o uso compartilhado das ruas seja seguro.


Nota do blog

Pode parecer uma ótima iniciativa, mas trata-se de um grande equívoco. Ao menos da forma como parece estar sendo implantado esse projeto.

Primeiro porque São José dos Campos nunca investiu ostensivamente a fim de dar condições seguras aos ciclistas para circularem pela cidade. Basta verificar que nos últimos anos a cidade recebeu novas opções viárias, e praticamente nada de ciclovias. E não adianta dizer que foram criadas ciclofaixas, pois trata-se de soluções paliativas e pouco seguras, já que o ciclista acaba dividindo o mesmo espaço com carros e ônibus. Lembro que certa vez a administração divulgou em um desses encartes oficiais, às vésperas de uma eleição municipal, que a avenida dos Astronautas receberia uma ciclovia ligando a Dutra até a Embraer. Um ano depois, sem que a prefeitura sequer ensaiasse pintar ali suas famosas ciclofaixas, indaguei por e-mai como estava o projeto da obra. A resposta foi que a ciclofaixa seria inviável naquela avenida. Além da falsa propaganda (o correto seria divulgar um projeto após os estudos de viabilidade, não?) ficou a sensação de que a cidade realmente não aceita bem os ciclistas.


Dá pra pedalar tranquilo assim em uma ciclofaixa?

E em segundo lugar porque não consigo compreender como a prefeitura pretende organizar um previsível aumento do fluxo de ciclista na região central, que já tem um trânsito caótico em função de suas vias apertadas. Forçar uma situação pulando as etapas que envolvem a conscientização de motoristas e ciclistas, preparação das vias, treinamento de pessoal de apoio, etc. só irá potencializar o fracasso do projeto. Não que eu seja contra uma iniciativa dessa. Sou sim muito a favor, mas diante dessa forçada de barra, fico até preocupado. 

É necessário que se dissemine uma cultura da bicicleta no trânsito, para que ela faça parte da paisagem das ruas de uma forma natural. Curitiba, por exemplo, que já possui uma extensa malha cicloviária, implantou ha cerca de um ano um projeto que visa inserir essa cultura no centro da cidade, destinando apenas aos domingos, uma faixa exclusiva para os ciclistas num trajeto de cerca de 10 km. A faixas exclusivas contam com sinalização de solo, cones por todo o trajeto isolando a faixa exclusiva das demais e orientadores de trânsito em TODOS os cruzamentos. Ora, trata-se obviamente de um incentivo ao uso de bicicletas que visa claramente, a longo prazo, trazer novos ciclistas ao centro nos dias comuns. Isso acontecerá paulatinamente, sem sustos, de forma natural com o passar do tempo. E isso tudo considerando que lá as ruas e avenidas são bem mais largas que as nossas.
Agentes orientam trânsito de ciclistas em Curitiba


Portanto o ideal seria que a prefeitura desenvolvesse um projeto também a longo prazo,nesses moldes, trazendo o ciclista aos poucos para as ruas do centro, dando a eles condições de segurança, e ensinando aos motoristas como conviver em paz com esse tipo de transporte. A tendência é justamente o aumento das bicicletas no trânsito, mas isso precisa ser feito com cautela, investimentos estruturais e muito estudo, e não como uma tentativa de se mostrar amigo dos ciclistas de uma hora pra outra (entenda-se "véspera de eleições"). 

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20 de ago de 2012

Ranking IBOPE de problemas na cidade


Encontrei essa reportagem no site do Guia SJC (www.guiasjc.com.br), tratando sobre uma pesquisa recente encomendada ao IBOPE pela Rede Vanguarda, classificando os principais problemas do município, segundo a própria população. Que os candidatos ao Paço e à Câmara municipais estejam atentos à esta pesquisa e que, após eleitos, arregacem as mangas e trabalhem de verdade, ja que são muito bem pagos pra isso.




Pesquisa Ibope encomendada pela Rede Vanguarda mostra que a Saúde é a área em que os moradores de São José dos Campos enfrentam os maiores problemas. A pergunta faz parte da segunda pesquisa de intenção de voto para prefeito de São José, divulgada na última quinta-feira (16).
O questionário foi aplicado entre os dias 13 e 15 de agosto para 602 moradores de diferentes regiões da cidade.
Confira abaixo as respostas à pergunta: ‘diga qual área em que, na sua opinião, a população de São José está enfrentando os maiores problemas?’:


55% Saúde
12% Segurança Pública
7% Educação
4% Geração de Empregos
3% Calçamento de ruas e avenidas
3% Trânsito
3% Transporte Coletivo
3% Habitação
2% Assistência Social
1% Limpeza Pública
1% Abastecimento de Água
1% Meio Ambiente
1% Imposto e taxas
1% Administração Pública
1% Opções de lazer
1% Corrupção


Alguma surpresa?

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Distrito de São Francisco Xavier






Morar em São José dos Campos pode ser uma tarefa bastante cansativa dependendo da atividade que cada um exerce. Fora ter que enfrentear o trânsito carregado de cada dia, o calor a poluição, violência, etc... Dessa forma não ha como não valorizar os finais de semana ou os momentos de descanso.
E como SJC está ha uma hora de tudo (pensamento típico de joseense), uma alternativa não muito lembrada pode ser o distrito de São Francisco Xavier, que fica ha 59 km do centro da cidade, encravado aos pés da Serra da Mantiqueira. O pequeno vilarejo conta com uma boa estrutura de pousadas e vários atrativos naturais para quem procura descanso ou um pouco de aventura em meio a natureza.

Mais detalhes sobre "São Chico"  aqui , aqui e aqui.

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Ranking do saneamento básico.







O Instituto Trata Brasil divulgou neste mês o ranking do saneamento das 100 maiores cidades do país. Na avaliação, São José dos Campos aparece com o 21º melhor índice, tendo caído dua posições em relação ao ranking de 2009. Entre as cidades do interior paulista, ficamos atrás de Santos, Franca, Jundiaí, Sorocaba, Limeira, Ribeirão Preto, Taubaté e São José do Rio Preto .
A queda em duas posições no ranking revela que alguma coisa está estranha acontece por aqui. Das cidades acima citadas, em nenhuma delas foi investido tanto quanto na nossa cidade, e mesmo assim nossa posição não melhorou. No entanto vale constatar que, segundo os dados da pesquisa, o município apresenta um índice de 100% de atendimento de fornecimento de água e 93,89 de atendimento de esgoto, contra 95% e 89%, respectivamente, em 2009.
Como não sou especialista no assunto, não vou entrar no mérito da questão. Apenas estou postando a informação como referência para quem se interessar. Maiores informações, assim como o ranking completo e a metodologia para a elaboração do ranking podem ser obtidas no site do insituto. Abaixo o link

Instituto Trata Brasil
http://www.tratabrasil.org.br/

Ranking 2012  -  Ranking 2009


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27 de abr de 2012

Aluguel caro em SJC

Notícia importante (e não muito animadora) para quem pensa em se mudar para São José.
O site do jornal O Vale publica hoje uma matéria que revela mais um índice de morabilidade da cidade não muito favorável aos seus habitantes. O aluguel não só está caro, como é o mais caro do estado.
Ha que se considerar, é claro, pelo que se nota através da reportagem, que a pesquisa se baseia numa média que engloba todos os padrões de habitação, e como a cidade passa por um processo de elitização, compõem essa média um número maior de imóveis de alto padrão, o que puxa o valor para cima. Claro, cmo a maioria de nós mortais não nos classificamos nesse alto padrão, seria mais esclarecedor se a pesquisa fosse segmentada por níveis de remuneração. De qualquer forma, essa notícia revela



Abaixo a reportagem completa, que pode ser acessada também no site do O Vale. (www.ovale.com.br)


Aluguel em S. José é o mais caro do Estado, diz estudo

Arthur Costa
São José dos Campos

São José dos Campos tem o aluguel mais caro do Estado. O morador de um apartamento em regiões como dos bairros Aquarius e Colinas, zona oeste, chega a desembolsar R$ 7.500 por mês, sem contar o valor da taxa de condomínio.
Os dados são do Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), com base em pesquisa divulgada ontem e realizada em 1.441 imobiliárias de 37 cidades durante o mês de janeiro.
Para o delegado regional do Creci no Vale do Paraíba, Denerval Machado de Melo, o segmento de alto padrão presente em São José explica a liderança no ranking do aluguel mais ‘salgado’.
“Esse valor (de R$ 7.500) não é um caso isolado. São José tem vários exemplos nesse patamar. O mercado de alto padrão é muito forte na cidade”, disse Melo.
Entre os diferenciais desses imóveis estão decoração estilizada, dispositivos de segurança, garagem para até seis carros e área para lazer.
“Geralmente, esses imóveis são utilizados por empresas da região que trazem diretores para morar aqui. Se não são diretores, são engenheiros que vêm para desenvolver algum trabalho. O apartamento é da empresa”, afirmou Melo.

Mercado. Das 2.675 unidades de quatro dormitórios lançadas entre novembro de 2011 e março de 2012 na cidade, apenas 668 estavam disponíveis à venda. A comercialização desses lançamentos tem potencial para movimentar R$ 2,3 milhões, segundo a Aconvap (Associação das Construtoras do Vale do Paraíba).
Para o vice-presidente da Asseivap (Associação das Empresas Imobiliárias do Vale do Paraíba), Marco Antonio Vasconcelos, o valor do aluguel na cidade não tem assustado os clientes. 
“Não identificamos que esse aumento tenha afugentado os clientes. A demanda no Vale ainda é carente.” 
A pesquisa do Creci comprova a tese de Vasconcelos. O número de imóveis alugados em janeiro cresceu 30% no interior na comparação com dezembro. Na capital, a alta foi de 0,95%.
Vasconcelos salienta que, assim como em outras regiões do interior, o mercado permanece aquecido, no entanto, o valor das transações diferencia o Vale dos demais centros.
O holerite do trabalhador do Vale é alto. (Nota do blog: a declaração do executivo carece de fontes.)  Essa é uma diferença que o Vale e, principalmente São José, tem em relação a qualquer região do país. Se a média da comercialização de apartamentos e casas no interior é de R$ 160 mil, a nossa é acima de R$ 230 mil”, disse o executivo da Asseivap.

Crescimento. O levantamento do Creci também mostra que a média do aluguel no litoral é superior à do interior, mas inferior à da capital.
Do total de contratos firmados em janeiro, a maioria no litoral foi de até R$ 1.000 contra R$ 800 no interior e R$ 1.200 na capital.
“Nesses últimos dois anos, houve muitos investimentos no litoral, o que fez com que houvesse muita gente à procura de imóveis sendo que a oferta não era tão grande. Hoje, essa oferta cresceu e o preço baixou. É um ciclo”, disse a diretora da Rede Litoral de Imóveis, Glaucia Almeida.

Base. Na região, foram pesquisadas imobiliárias de São José, Taubaté, Caraguá, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba.


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20 de jul de 2011

Internet gratuita em 127 bairros

Deu essa semana no noticiário regional que a prefeitura de SJC irá implantar, em breve, um sistema de internet sem fio (wi-fi) gratuito para milhares de habitantes de mais de uma centena de bairros da cidade. Trata-se de uma iniciativa espetacular e elogiável e surpreende pela abrangência. Recentemente essa tecnologia foi implantada em alguns parques da cidade e, mesmo não funcionando com toda a eficiência, já foi uma iniciativa importante do poder público municipal.

Essa notícia, a despeito de todo o benefício que esse projeto oferecerá, me lembra de dois outros assuntos de mesma natureza. O primeiro trata-se de um projeto semelhante que a vizinha Jacareí tentou implantar sem sucesso na cidade, tornando-se símbolo de ineficiência e desperdício de dinheiro público. Nas últimas eleições municipais, o candidato de oposição ao atual prefeito e partidário da situação em Jacareí, colocou em seu programa de governo a implantação dessa tecnologia por aqui e foi contra-atacado justamente com o fracasso da administração vizinha. Por isso, o que se espera é que essa boa notícia não se torne também um "chabu" e não decepcione os mais ansiosos e a grande parcela da população que, mesmo com poder aquisitivo para contratar um plano de banda larga, não o pode fazer por falta de tecnologia..

Essa, alíás, é a segunda questão. Se o prefeito Eduardo Cury realmente conseguir levar essa tecnologia aos bairros mais afastados (alguns nem tão afastados assim), estará dando uma bela lição na NET e na Telefônica, as duas principais (e acho que únicas) provedoras de banda larga na cidade que não têm investido nada para melhorar sua infraestrutura de serviços, deixando uma grande parcela da população de um dos mais importantes municípios do país de fora da inclusão digital. Espero que com essa iniciativa da prefeitura esses mercenários comecem a perder os clientes que agora poderão contar com um serviço gratuito de internet e não precisarão mais pagar valores abusivos por um serviço que nunca foi muito eficiente.

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27 de abr de 2011


São José enfrenta ‘falta’ de imóveis novos, diz pesquisa

(Clique no título e leia a reportagem na íntegra no site do jornal O Vale)

Estudo da Aconvap (Associação das Construtoras do Vale do Paraíba) revela que faltam imóveis para suprir a demanda de compradores em São José dos Campos.
Por mês, são 400 imóveis adquiridos na cidade, o dobro da quantidade vendida há 10 anos, o que impulsiona o lançamento de novos empreendimentos.

De acordo com a entidade, entre novembro de 2010 e fevereiro de 2011, havia 12.426 imóveis em construção ou prontos para entrega, sendo que 9.189 já tinham sido comprados --74% do total oferecido no mercado.

A velocidade de vendas impulsiona novas obras. Tanto que a partir do segundo semestre deste ano, ao menos 8.000 novos apartamentos e casas serão erguidos, gerando 2.500 empregos no setor, segundo estimativa da Aconvap.

Segundo a Secretaria de Planejamento Urbano, deste total, 5.000 estarão concentrados em nove bairros das zonas sul e oeste, entre eles o Jardim Aquarius, considerado um dos mais ‘saturados’ do município.

Segundo Cléber Córdoba, presidente da Aconvap, a maioria dos compradores tem renda salarial de até R$ 5.450 e está concentrada na classes C e B

(Leia a reportagem completa clicando no título dessa postagem)

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